Header | Layout - Gaffe

Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]
Foi uma grande, grande, grande injustiça a eliminação do meu adorado Conan na eurovisão, mas a vida é mesmo assim. Bom fim de semana
... meu telemóvel que faleceu afogado em xixis e cocós? Pois bem, o bichinho já voltou à vida, não à vida que tinha anteriormente à aula de "scuba diving" javarda, mas a uma vidinha modesta que me permite visualizar mensagens sms, fotos e navegar por breves minutos na net, terminados esses minutos o caído em desgraça, e em outras matérias fecais, reinicia. No fundo, faz o que muita gente deveria fazer na vida, reiniciações permanentes, algo que eu tenho vindo a praticar ultimamente por cá coisas minhas... várias. Adiante, dizia-vos eu que num dos instantes em que o telelé me deixa visitar o seu conteúdo (agora limpinho e livre de bactérias), saquei as últimas fotos que captou naquela malograda noite.
Garanto-vos, meus caros, que apesar da tragédia escatológica, foi uma noite que valeu muito a pena e que guardo como um dos melhores concertos que assisti nos últimos tempos. Vocês escrevam o que vos digo, este puto vai ganhar a Eurovisão!
...Quarentona, o que achaste da canção vencedora do festival da Eurovisão? Para além de me fazer perder completamente a vontade de voltar a assistir àquela merda porcaria, a musiqueta é tão má, tão má, tão má que se cola às paredes do cérebro da mesma maneira que uma pastilha elástica se cola na sola de um sapato...
... estive atenta à eurovisão, afinal não é todos os anos que organizamos um espetáculo desta envergadura, acho que não há razão alguma para nos sentirmos envergonhados, bem pelo contrário, quando queremos mostrar ao mundo o que valemos, somos grandiosos e insuperáveis. No que diz respeito às músicas em si, acho que depois do Salvador Sobral, a fasquia ficou bastante elevada, e na verdade não ouvi nesta edição nenhuma música que me arrepiasse da forma como “Amar pelos dois” me arrepiou. Contudo, o Salvador ficou lá atrás e agora é altura de o ultrapassar e escolher no leque que nos foi oferecido o tema que mais mexeu comigo. “Music is not fireworks, music is feeling” e acreditem ou não, foi esta brutal malha que me fez vibrar...
Chamem-me maluca, mas no que toca à música, eu sou mesmo assim, sou de extremos, tanto adoro a simplicidade dos manos Sobral, como vibro intensamente com rasgações a partir tudo iguais a esta! Passou à final, por isso nunca se sabe...
... estão à espera de uma reação minha ao final deste campeonato. Bom, vou fazer minhas as palavras do locutor Luís Oliveira da Antena 3, que também é portista, benzó Deus: "o Salvador Sobral, apesar de benfiquista, merecia o Dragão de Ouro, por ter ofuscado grande parte dos festejos do tetra". Não posso concordar mais, o novo herói nacional poupou-me assim à tris... onda vermelha!
... a canção do Salvador até é bonita, mas não é festivaleira!", foi a frase que mais ouvi e li enquanto defendia a qualidade e beleza do tema, mas afinal, tanto não é festivaleira que ganhou o Festival da Eurovisão, tal como sempre acreditei desde que ouvi os seus primeiros acordes. Tantos anos a concorrer com canções "festivaleiras" e quase que aposto que se somarmos os pontos que conseguiram ganhar não chegam ao resultado histórico e inédito alcançado por quem teve a audácia de ser apenas diferente. E simples. Provavelmente teremos que rever o conceito de "canção festivaleira"...
Lá diz o povão, e bem, o mundo é dos audazes. Obrigada, manos Sobral por ousarem remar contra a corrente, por saírem da caixa, ou simplesmente por serem diferentes.
... vocês, Quarentona, o que achaste da semifinal do Eurovisão? Estive atentamente a ver e ouvir (mais a ver do que a ouvir, porque mesmo com os olhos semi cerrados, era impossível não ver tanto brilho faíscante, mas nada que uns bons óculos escuros não resolvessem e só tive que aumentar o som da TV quando foi a vez do Salvador) e no meio de mamas, lantejoulas, mamas, véus esvoaçantes, mamas, fogo de artifício, mamas, gritaria, mamas e uma trança com bíceps tonificados, eis que a simplicidade do puto "arrogante" triunfa!
É... muitas vezes a descontração, própria de quem está seguro de que o que faz é bom, é confundida com arrogância... eh pá... já eu gosto tanto da pinta deste puto!
#salvadorable