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Ilustração - Celia Calle


... onde quer que estejas, que o Sol brilhe sempre e que o mar te receba em águas tranquilas e amenas.

Gosto tanto, mas tanto de ti que quero muito que as nossas vidas se voltem a cruzar. Foste, és e serás sempre das minhas pessoas, daquelas que mesmo estando ausentes, estarão sempre perto. Por isso, até breve, minha Querida.

 

 

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publicado às 18:58

Um ano...

16.08.18

... sem o teu sorriso, sem o teu abraço, sem as tuas gargalhadas, sem as tuas implicâncias, sem as nossas conversas, sem os nossos arrufos, sem as nossas refeições em que tu fazias questão de me servir o melhor vinho, sem as tuas anedotas, sem as tuas lágrimas perante as minhas lamechices, sem as tuas teimosias, sem as tuas larachas, sem as tuas histórias, sem o teu colo...

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publicado às 08:04

Fez ontem...

14.09.17

... um mês que estive pela última vez com o meu pai, era domingo e convidei-o a ele e à minha mãe para almoçar a bela da caldeirada tão do seu agrado, comeu e bebeu com a mesma satisfação que sempre lhe conheci, no entanto, falou pouco e isso foi notado por todos os que estavam à mesa, desde há algum tempo que se dizia mais cansado... fez ontem um mês que tive a última oportunidade de lhe dizer o quanto me orgulho de ser sua filha, não disse... faz amanhã um mês que perdi para sempre toda e qualquer oportunidade de lhe dizer o que quer que seja. E eu ainda não acredito...

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publicado às 07:50

... enquanto o coração se vai recompondo.

publicado às 11:35

... assim da mesma forma inesperada, fria e crua com que escrevo este post. Morreu na rua, sozinho, tombou na terra gravilhada golpeado por um AVC fulminante que não lhe deu sequer um minuto para se despedir da vida que tanto amava. Nesse dia, o meu pai saiu à rua para a sua já habitual caminhada matinal, longe de saber que a morte sairia também à rua indo ao encontro dele naquele caminho entre canaviais...

... quem diria que o Mestre que tanto idolatrava haveria de descrever metaforicamente, anos antes, a sua morte despida de metáforas...

publicado às 16:16


Moi!

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